Postado por Bianca Maddox A Beautiful Funeral: Novo livro dos Maddox

Jamie McGuire revelou o título e a capa do próximo livros da família Maddox: A Beautiful Funeral. O livro está previsto para ser lançado em 15 de Agosto nos Estados Unidos. Confira a capa e a sinopse abaixo:

a-beautiful-funeral-cover-3d

Sinopse:

Perder nunca foi fácil para um Maddox, mas a morte sempre vence.

Onze anos após o dia em que fugiu com Abby para Vegas, o agente especial Travis Maddox oferece seu próprio jeito de fazer justiça ao chefe da máfia Benny Carlisi. A mais antiga e violenta família do crime de Vegas está agora preparando uma vingança, e toda a família Maddox está em perigo.

O segredo que Thomas e Travis mantiveram por uma década será revelado ao resto da família, e pela primeira vez os Maddoxes vão estar em desacordo. Embora todos eles sejam familiarizados com à perda, a família cresceu, e o risco é maior do que nunca. Com irmãos contra irmãos e esposas tomando partido, cada membro vai fazer uma escolha — deixar o medo separá-los ou torná-los mais fortes.

Você pode comprar o livro em inglês na pré-venda nos links abaixo:

 Amazon
Exemplar autografado

Fonte

Postado por Steph Resenha – Belo Sacrifício

O terceiro volume da série sobre os irmãos mais barulhentos e irresistíveis da literatura jovem adulta.

A1G2Dp-56iLSinopse: Falyn Fairchild abandonou seu carro, seus estudos e até seus pais. Filha do próximo governador do Colorado, ela está de volta à sua cidade natal, falida e trabalhando como garçonete em um café. Ao fim de cada turno, ela guarda o que recebeu, esperando um dia ter o suficiente para comprar uma passagem para o único lugar onde pode encontrar redenção: Eakins, Illinois. No instante em que Taylor Maddox entra no café, Falyn sabe que ele trará problemas. Taylor é charmoso, não cumpre promessas e é lindo mesmo coberto de fuligem, fazendo dele tudo o que Falyn acredita que um bombeiro de sucesso deve ser. Mas ela não está interessada em se tornar mais uma em sua lista — e, para um dos Maddox, uma garota desinteressada é o desafio mais atraente de todos. Neste novo livro da série, o foco agora é Taylor, um dos gêmeos, que se envolve com uma garota cheia de segredos — e, pela primeira vez, pode ser ele quem sairá machucado dessa história.

Resenha: 

Como os outros livros da série, Belo Sacrifício é narrado pelo ponto de vista da mocinha. Falyn é forte, independente, e não se deixa levar pelo charme de Taylor logo de cara. Mas como todos os Maddox, ele é intenso, lindo e tatuado. E quando um Maddox se apaixona, é para sempre.

IMG-20160415-WA0000A história de Falyn vai sendo desvendada aos poucos, a curiosidade na medida certa, a Jamie não fica enrolando. Belo Sacrifício nos faz pensar: “O que eu faria no lugar da Falyn?”. Seu “sacrifício” foi imposto pela família, o que a deixou vivendo sob o arrependimento do que fez. Ela procura perdão pelo seu ato, e tem medos e inseguranças sobre o que Taylor pode trazer a sua vida, mas o destino o coloca em seu caminho para que ela se perdoe (pelo menos eu acredito que seja o destino hahaha).

Trabalhando como garçonete em um café, ela constrói uma nova família composta por seus companheiros de trabalho e poucos sabem seu segredo. Mora em um loft em cima do café, pois se recusa aceitar ajuda dos pais, pois teme voltar a ser manipulada por eles novamente.

IMG-20160415-WA0002Para quem leu Bela Redenção, sabe que o Taylor aprontou e com isso vem uma consequência inesperada. Há opiniões de leitores de que o final da história foi meio contraditória com o que ela passou desde o começo do livro, que poderia ter dado outro desfecho. Mas, a consequência é o que ajuda Falyn a mudar seu modo de pensar, que também pode ter uma segunda chance. Que sua vida não acabou, que ela pode sim viver seu sonho.

Apresentação1

Exemplar disponibilizado pela Verus Editora para resenha no site.

A linha do tempo é praticamente a mesma dos outros livros, passando pelo casamento de Travis e Abby em St. Thomas. A história é apaixonante, e claro você acaba desejando ter mais esse Maddox na sua vida.

Leiam e se apaixonem por Taylor Maddox!
Afinal, Maddox nunca é demais!

Saiba onde comprar Belo Sacrifício e os demais livros de Jamie McGuire publicados no Brasil pela Verus Editora, aqui.

Resenha: Thatty Cruz

Postado por Bianca Maddox Entrevista: Jamie McGuire para Windsor Store

Windsor ama empoderar as mulheres e celebrar as suas realizações, e por causa disso, nós queremos iniciar uma série para apresentar o perfil e celebrar mulheres maravilhosas que estão criando seu próprio caminho para fazer o que amam. A primeira é Jamie McGuire!

Jamie chegou à cena dos livros alguns anos atrás. Se tornar uma autora de sucesso é uma grande conquista por si só, mas se tornar uma autora autopublicada de sucesso era algo desconhecido há alguns anos.

Nós decidimos fazer algumas perguntas para Jamie e ela graciosamente aceitou. Aqui vamos nós!

O que te inspirou a se tornar uma autora?

Eu sempre escrevi. Quando criança, eu tinha um diário; na escola primária eu fiz comics românticas (o que quer que seja isso); e no ensino médio eu escrevi peças. Quando adulta, eu comecei a blogar. Escrever sempre foi uma saída para mim, e eu sempre amei escrever histórias, mas por algum motivo, escrever um romance nunca me ocorreu. Minha melhor amiga me encorajou a escrever um em 2009.

Como você se mantém motivada enquanto escreve?

Bom, é um trabalho, então como em qualquer outro trabalho, eu sei que preciso pagar as contas. Quando eu não escrevia em tempo integral, eu fazia porque era algo que eu gostava e escrevia no meu tempo livre. Agora eu escrevo de 6 a 8 horas por dia.

Qual conselho você daria para um autor aspirante?

Termine seu livro. Você não pode aperfeiçoar algo que não existe. Termine seu livro, e aperfeiçoe seu ofício, porque como todas as outras coisas, quanto mais você pratica, melhor você se torna. Meu segundo conselho favorito é nunca aceitar todas as mudanças durante o processo de edição. Preste atenção nas correções que seu editor faz, assim sua escrita vai melhorar e crescer.

Qual a sua história favorita entre as que escreveu?

Ate agora, Red Hill. Ela incorpora tudo que eu amo: família, amor, amizade, ação, escolhas difíceis, e sobrevivência.

Qual é a sua personagem feminina favorita e ela usaria Windsor (dica, rs)?

Minha personagem favorita é Scarlet de Red Hill porque ela é foda. E sim, ela certamente usaria Windsor.

Qual é o seu estilo?

Nesse momento, mountain casual. Eu visto muitas camisas de flanela, leggings, botas, e coletes porque eu moro em Steamboat Springs, CO e o gelo e a neve não combinam com saltos e vestidos.

Fonte | Tradução: Karina Matos

Postado por Bianca Maddox ENCERRADO: Sorteio Belo Sacrifício

Quer ganhar 1 (um) exemplar do livro Belo Sacrifício? Nós te damos essa chance através do twitter! É simples e fácil, basta seguir as regras abaixo:

1

Regras:

Siga nosso twitter: @Belo_Desastre

Tweet a frase: “Eu quero mais um Maddox na minha casa! http://sorteia.eu/dc4 #VemTaylorMaddox
juntamente com a imagem acima e marque o user de mais 2 (dois) amigos para participar do sorteio.

O resultado sairá no dia 17/04. Será apenas 1 (um) vencedor, que deverá entrar em contato conosco por direct message (dm) no twitter para informar os dados do envio do prêmio. Boa sorte! Obs: sorteio válido somente para os residentes do Brasil.

ATUALIZAÇÃO:

capture-20160417-223205

Postado por Bianca Maddox Claire C. Riley entrevista Jamie McGuire

A autora bestselling do USA Today, Claire C. Riley, entrevistou Jamie McGuire há algum tempo, mas a entrevista só foi postada recentemente no site. Confira ela traduzida abaixo:

Claire: Jamie, você costumava ser mais conhecida pela série new adult Belo Desastre e os livros derivados dela. Mas agora você é uma eclética escritora de diferentes gêneros, indo até o romance paranormal e o horror apocalíptico, o que é ótimo. Claro que todos os gêneros tem as suas próprias dificuldades, mas de todos os que você escreveu, em qual você encontrou mais dificuldade e por quê?

Jamie: Meu romance sci-fi Apolonia foi muito difícil, principalmente porque os personagens frequentavam uma universidade como o MIT, e eram muito mais inteligentes do que eu. Eu tive que pesquisar coisas como astrofísica, astrobiologia e eletromagnetismo. Os diálogos e descrições exigiram uma boa dose de pesquisa porque – a despeito da expectativa moderada para a suspensão da crença – os personagens tinham que ser críveis. Estudantes inteligentes o suficiente para frequentar uma universidade privada de pesquisa, focada em ciência e tecnologia, tinham que ser inteligentes de acordo com o meu desenvolvimento e configuração dos personagens. Para eles saberem quem eram, sobre o que estavam falando, eu tinha que saber primeiro – ou pelo menos reunir informação suficiente para parecer convincente!

Claire: Os irmãos Maddox obviamente devem ter um lugar especial no seu coração, mas qual outro personagem ficou mais preso em você?

Jamie: A Scarlet de Red Hill, porque ela é uma mãe solteira (como eu era quando desenvolvi a ideia) que lutou ferozmente para ver suas filhas de novo quando elas foram separadas durante o apocalipse zumbi; e a minha primeira família, os Ryels da trilogia Providence. Claire, a irmã de dezessete anos de Jared, é um anjo híbrido, e ela é um pouco atormentada com isso, e ela é foda.

2136488

9507011

2947127

Claire: Red Hill foi seu primeiro empreendimento nos reinos do horror e do mundo zumbi (à propósito, bem-vinda à escuridão! Mua haha). O que te levou a decidir finalmente se aventurar num gênero sombrio como esse?

Jamie: Eu fui criada como Batista, então End Times foi parte da minha educação. Há! Eu também sou obcecada por filmes de terror e zumbis, a tenho sido desde que era criança. Um dos três trabalhos da minha mãe era gerenciar a locadora de filmes local, então eu cresci com os tios Michael Myers e Freddie Kruger, e meu cachorro, Cujo. Elle Ripley (também conhecida como Sigourney Weaver de Aliens) foi e sempre vai ser minha rainha. Red Hill foi a primeira tentativa no horror, e depois eu escrevi Among Monsters, a novella. Enquanto os leitores podem achar meu tipo de horror atípico, porque essas histórias são mais focadas nos personagens ao invés da construção do mundo e sangue coagulado, esse são de longe os meus livros preferidos entre os que publiquei, por causa da escrita e do enredo.

Claire: Foi uma grande mudança, não só para você mas também para os leitores. Como eles encararam as primeiras notícias sobre você escrevendo um romance apocalíptico?

Jamie: Eu escrevi a série Providence, um romance paranormal Young Adult, onde a ação aumentava a cada volume (também levando a um possível apocalipse), e a série Beautiful contém violência. Horror e thrillers apocalípticos são gêneros com os quais eu sempre me senti familiarizada, porque eles são tópicos que me entretém, então eu não sinto como se fosse um grande salto para mim. Entretanto, foi uma surpresa para os meus fãs, eu acho. Muitos deles estavam hesitantes porque eles não preferem ler horror. Eles leem livros de romance para sentir uma série de coisas, mas nunca medo (não do tipo em que você apaga as luzes e tranca as portas, em todo o caso). Eu tentei escrever Red Hill e Among Monsters de um jeito que fosse atrair meus leitores e, pelo feedback, eu sinto que consegui isso. Dois anos depois um fã vai me enviar uma mensagem e dizer “Eu finalmente achei coragem para ler Red Hill. Não acredito que esperei tanto tempo!”. Meus leitores são quem dá o salto, e eu agradeço toda vez que alguém faz isso.

Claire: Você tem planos de escrever outros livros desse gênero?

Jamie: Eu planejo escrever uma sequência para Red Hill. Talvez eu transforme em uma série.

Claire: Você é uma sobrevivencialista com um plano apocalíptico ou vai apenas lidar com isso na hora?

Jamie: Eu sou uma sobrevivencialista. Eu tenho uma bug out bag *(mochila com itens básicos de sobrevivência para poucos dias)*, armas, munição, e eu até construí minha casa anterior com zumbis em mente. Eu realmente possuo um facão. Nossa casa da piscina não tem janelas no primeiro andar e uma vigia no andar de cima. Nós tínhamos um estoque de provisões, mas eu não tenho sido mais tão obsessiva desde que nos mudamos para o Colorado. Eu não sei, eu acho que sinto que agora que estamos numa cidade montanhosa com uma população pequena, nós temos mais chance. As bug out bags ainda estão penduradas no meu closet, apesar disso.

Claire: Qual a sua canção tema para o apocalipse?

Jamie: Eye of the Tiger. Para tudo, sempre. Correr, longas viagens na estrada, sexo, esfaquear zumbis com chaves de fenda… pode apostar.

Claire: Atualmente você está trabalhando no próximo livro da série Maddox Brothers, mas o que seus leitores podem esperar depois disso?

Jamie: Eu não sei. Há! É tão estranho dizer isso. Depois do lançamento de Beautiful Burn em janeiro, vai ser a primeira vez em seis anos que eu não tenho um próximo lançamento programado (ou cinco). Eu decidi pegar leve e trabalhar algumas horas por dia em um projeto young adult chamado All the Little Lights, que eu estou considerando publicar por uma editora; e em outra série adulta (leia: não erótica) chamada Other Lives; e depois possivelmente algumas sequências para Red Hill e os livros dos Maddox. No futuro próximo, eu vou começar a escrever a vida diária de Travis e Abby no Wattpad. Isso é pegar leve? Não sei. Vamos ver.

Claire: Eu sei que você declarou recentemente que estava esperando poder deixar seu trabalho um pouco de lado na esperança de priorizar a sua família e ter menos estresse, mas como escritores nós temos tendência à nunca realmente nos deligar dos nossos mundos. Então, realisticamente, como você acha que isso funciona?

Jamie: Bom, três dias depois de eu postar isso, eu estava assistindo Making a Murderer com meu marido e, com meu coração em pânico, virei para ele e disse “Eu deveria estar escrevendo”. Eu não tenho certeza se quando nós escritores conseguimos diminuir o ritmo depois de começarmos a fazer vários lançamentos por ano, mas deveríamos. Ou, pelo menos, eu devo. Eu ainda tenho crianças pequenas em casa que mudam todos os dias, e eu não quero perder isso.

Claire: O mundo indie tem sido transformado ao longo dos anos. Você acha que ele está ficando mais forte ou que está começando a declinar? O que antes era uma estrutura onde um autor apoiava o outro rumo ao crescimento, você acha que agora está se tornando mais “olho por olho”?

Jamie: Me deixe começar com uma avaliação muito sincera da nossa situação atual: Milhares de livros indie por dia estão sendo agitados e não editados, embalados de maneira não profissional, e sendo vendidos por $ 0.99 ou menos. Quando eu comecei em 2009, nós tínhamos menos recursos, mas ainda assim a maioria dos autores se esforçava para produzir livros que não pudessem ser distinguidos dos publicados pelas editoras. Foi assim que fortalecemos o mercado indie. Isso não é para afrontar ninguém que está lutando para pagar um editor ou designer de capas, mas o mercado indie atual está sofrendo um problema de profissionalismo que se tornou um problema de saturação. Uma autora recentemente me disse que se sentiu ofendida pela minha postura de que livros publicados deveriam ser editados. Por causa de tantos autores que clicam precipitadamente em “Publicar”, o dinheiro dos leitores está sendo gasto em milhões aos invés de milhares, e os leitores estão sendo condicionados – pelos autores – a sentir que qualquer livro que custa mais de $ 0.99 é caro. Se o seu livro, profissionalmente editado, embalado, e comercializado é vendido a $ 2.99 e os leitores dizem que vão esperar para compra-lo até que “vá para a promoção”, isso é uma prova de que tempos um problema com preços no mundo indie. Se o seu livro não vale mais de um dólar, pode ser que convenha que você gaste mais tempo fazendo com que valha.

A explosão de livros indie é uma coisa boa, em que os leitores tem uma enorme variedade de livros para escolher, com muitos preços diferentes. Atualmente nós estamos vendo mudanças negativas porque poucos autores são capazes de ganhar o suficiente para viver, ou estão ganhando significativamente menos. Pirataria, regras frouxas no varejo para a devolução total ou em grande parte dos eBooks, e preço condicionado alimentam o problema. Em qualquer outro emprego, se um empregado experimenta um corte no pagamento, ele pode achar um segundo trabalho, ou outro emprego em tempo integral. Mas e se você ama o seu trabalho? Se é o seu talento e algo que você é impulsionado a fazer? Esse tipo de desespero – especialmente se você pediu demissão do seu trabalho regular para ser um escritor em tempo integral – vem com a vontade de prover o sustento da sua família, precisando satisfazer a necessidade de criar, e testando a liberdade de ser autônomo. Isso pode produzir sentimentos como ressentimento, ciúmes e culpa. Sob estresse, as pessoas podem reagir a coisas como o sucesso dos seus pares de um jeito que não reagiriam normalmente.

Claro, há autores lá fora que mostram essas frustrações, mas o sucesso vem de edificar uns aos outros ao invés de focar em desculpas e culpa, e existem muitos autores indies de sucesso. O modelo atual de autopublicação ainda está na infância, e está passando por algumas dores de crescimento. Mas não está indo a lugar algum. O indie está aqui para ficar.

Claire: Qual foi o melhor conselho a respeito da escrita que te deram ao longo dos anos?

Jamie: A autora Jessica Park me disse bem no começo da minha carreira para nunca “aceitar todas as mudanças” durante o processo de edição. O único jeito de fazer a sua escrita crescer e melhorar é observar quais mudanças seu editor faz e aprender por quê. Eu estou longe de ser uma escritora com gramática perfeita, mas minha escrita melhora com cada livro porque eu presto atenção em cada marcação vermelha. Seguir esse conselho tem me ajudado a reconhecer e aparara as minhas palavras chave e frases, a construir uma sentença melhor, e admitir que apenas porque o que eu escrevo faz sentido para mim, não significa que vai estar claro para o leitor. Eu também aprendi que só porque uma sentença está ‘correta’, isso não faz com que esteja bonita. Tem que haver equilíbrio.

O conselho mais importante que eu me deram foi a respeito do negócio da escrita. Me disseram para criar uma conta bancária empresarial, para manter a minha renda vinda dos livros em separado, e sempre guardar mais do que eu precisava para impostos. Esses pedaços valiosos de conhecimento me pouparam muito estresse.

4433641_orig

Fonte | Tradução: Karina Matos

Postado por Steph Resenha Red Hill – Jamie Mcguire

818Lm53jfvLTenho tanto pra falar desse livro que não sei por onde começar! Quem me conhece já sabe que a Jamie McGuire é a minha autora preferida, e Red Hill é mais um livro dela que a Editora Verus trouxe ao Brasil. Ele tem uma temática totalmente diferente de Belo Desastre, que foi o responsável por eu me tornar fã da Jamie, e confesso que tive um certo medo de me decepcionar com essa mudança de estilo. Mas aconteceu o oposto.

O livro se passa num mundo pós-apocalíptico onde, após anos de estudo, um cientista finalmente conseguiu fazer com que mortos voltassem à vida. Ou quase isso. E em meio ao caos, os destinos de Scarlet, Nathan e Miranda se entrelaçam quando os três procuram abrigo no mesmo rancho, o Red Hill. Os pontos de vista são alternados entre os três e a escrita é em primeira pessoa, nos dando a perfeita visão de como cada um está lidando com a nova realidade assustadora à sua volta.

12108163_483851908452318_3565847308711564753_nAntes de tudo, eu preciso dizer que jamais gostei de zumbis, e isso me preocupou um pouco antes de começar a leitura. Mas depois percebi que Red Hill realmente é um livro sobre relações humanas. Sobre amor romântico e amor familiar, sobre até onde você iria pra proteger quem é importante na sua vida. E a mágica foi tão bem feita que no fim eu já estava até gostando dos zumbis.

Os personagens principais são muito bem construídos e é fácil entrar na mente deles. Eu vi muito da Jamie na Scarlet, trabalhando como Técnica de Raio X e criando duas filhas… Imagino que ela tenha inserido outras características da sua personalidade na heroína. Ela é uma mulher forte e prova mais de uma vez que é capaz de tudo pelas filhas. Nathan é um homem bom tentando criar sua filha da melhor maneira possível; e Miranda é uma garota um tanto mimada e superficial, mas que no fundo tem um grande coração. Eu amo como a personalidade de cada personagem é tão bem construída e descrita aos poucos ao longo do livro. E não só dos principais, mas também dos secundários. Cada um tem seu passado, sua história e suas particularidades.

A qualidade da escrita continua impecável, sendo inteligente, séria e divertida no tempo exato. Tendo lido apenas seu Young Adults, eu me surpreendi com a ousadia da Jamie nesse novo gênero. Fiquei admirada em ver até onde ela chegou e bem curiosa pra ler seus livros de outros gêneros, porque agora sei que posso ler sem medo! Pra mim, Red Hill foi a prova de que tudo que Jamie McGuire escreve é maravilhoso, não importa o tema de fundo. Acho que ela nasceu pra isso.

12182814_490405701130272_1158013785709370984_oTudo acontece com tanta sutileza e no tempo certo… Eu me identifiquei com várias situações, principalmente as que envolviam Miranda. Os personagens são tão humanos e cheios de falhas, como nós. Algumas situações do livro aconteceram comigo ou com pessoas do meu convívio e são aquele tipo de coisa que a gente prefere ignorar porque é difícil de lidar. E em Red Hill a Jamie coloca o dedo na ferida, me lembrando um pouco a Lionel Shriver. Elas mostram lados que a gente tem, mas não gosta de admitir. É inquietante, mas ao mesmo tempo recorfortante, pois dá a impressão de que não somos os únicos a viver aquilo. Essa característica do livro foi uma das que mais contribuiu pra que eu o amasse tanto.

Outro ponto muito positivo foi a tradução, que ficou por conta de Ana Death Duarte. Ela foi a responsável pela tradução de todos os livros da Jamie publicados pela Verus e, desde Belo Desastre, me peguei admirando a sua maneira de traduzir. Ela encaixa termos e expressões bem brasileiros ao texto, ao invés de apenas tentar traduzir ao pé da letra. Isso dá uma cara bem mais real ao que está escrito e eu valorizo demais uma boa tradução. É algo que pode enriquecer ou arruinar uma história e o trabalho da Ana Death sempre enriquece.

12027611_483687375135438_4625724171461172183_nTambém gostei do fato de a editora manter a capa original, que é linda. O livro ficou uma graça e é todo caprichado. E, por falar em capa, eu tenho a edição americana de Red Hill, em capa dura e autografada, e é liiinda de morrer. Vou tirar umas fotos dela e postar , como fiz com essas de Beautiful Disaster e Walking Disaster.

Red Hill foi um dos melhores livros que li esse ano, e entrou direto pra minha lista de favoritos. Ele me fez pensar sobre até onde vamos e o que somos capazes de fazer pra sobreviver. Nessa entrevista pro IndieReader, Jamie disse que o maior elogio que os leitores podem fazer a ela é dizer que leram um dos seus livros em um dia e ela ficaria feliz em saber que foi o que aconteceu comigo. Ou quase isso, porque eu tinha que parar pra viver, rs. Mas a vontade era de ler de uma vez só. Eu mergulhei totalmente na história e ainda tô com certa dificuldade em me desligar… Tanto que ainda nem comecei outra leitura.

E por último, uma dica: a música que mais representa o livro pra mim é Islands, do Young the Giant, e eu recomendo muito a leitura junto com ela! Me apaixonei.

Amei demais o livro e mal posso esperar para ler tudo que essa mulher já escreveu! Ela é incrível.

Fonte | Resenha: Karina Matos

Página 3 de 1112345...