Postado por Nicole Steph Resenha Belo Casamento – Jamie Mcguire

916vYVLbvELEu conheci Belo Desastre em 2014 (dois anos depois da publicação), ou seja, comprei o kit com os 3 livros, já sabendo que o casal se casaria no final. Acontece que eu não estava preparada pro motivo disso! E é por isso que existe Belo Casamento, uma novella escrita pela Jamie McGuire pra fechar a história de Travis e Abby.

Diferente de como foi nos livros anteriores, em Belo Casamento os personagens alternam os pontos de vista pra contar a sua versão da história. Ficamos sabendo do motivo que levou Abby a pedir Travis em casamento, quem sabia e ajudou, e – o mais legal – o que aconteceu depois de eles se casarem.

Como sempre a Jamie foi incrível. Eu li o livro pela segunda vez agora em janeiro e senti exatamente a mesma coisa que senti antes: as emoções dos personagens. Eu senti o nervosismo e a ansiedade do Travis, o medo da Abby. A narrativa dela é fácil e agradável, gostosa de ler, com os detalhes certos.575883_509399782564197_1241391686242712716_n

A mãe do Travis apareceu – numa cena fofa e emocionante, como não poderia deixar de ser – e me fez querer que ela ainda estivesse viva. Mas eu vejo a morte dela como parte importante de quem o Travis é e achei a cena dela bem tocante e dentro do contexto.

Não tenho como falar muito sem dar spoilers pra quem não leu (você não leu Belo Desastre,Desastre Iminente e Belo Casamento? Feche a janela agora e vá ler. Mas depois pode voltar pro blog, tá?). É um livro curtinho, com 123 páginas, que me fez desejar que houvessem mais livros sobre esse casal louco e apaixonante, mas que ao mesmo tempo me deu uma sensação de conclusão da história. Algumas pessoas podem não compartilhar da minha opinião mas, como fã, prefiro que uma série seja curta, mas com um final digno, do que se estenda até ficar sem sentido. E achei que Belo Casamento foi uma conclusão satisfatória pra Belo Desastre. Respondeu perguntas que ficaram no ar e reafirmou o sentimento que Abby e Travis sentem um pelo outro.

10305328_278094319028079_2719534411317256378_nNa minha opinião, Belo Desastre e Desatre Iminente teriam sido suficientes pra contar a história toda, mas a novella deu aquele “algo a mais” que todo fã gosta e a Jamie não perdeu a mão. Como não podia ser diferente, me apaixonei pelo livro e considero leitura obrigatória pra todo mundo que curte a série! <3

Fonte | Resenha: Karina Matos

Postado por Nicole Steph Resenha Desastre Iminente – Jamie McGuire

916vYVLbvELQuando comprei o kit com Belo Desastre, Desastre Iminente e Belo Casamento, achei que os três livros seriam em sequência. Foi uma surpresa muito boa descobrir que, na verdade, os dois primeiros se passam ao mesmo tempo, sendo apenas uma mesma história contada de dois pontos de vista diferentes. Eu não me lembro de ter lido nada assim antes e no começo achei que Desastre Iminente ficaria repetitivo, mas diferente do que eu pensei, não foi assim.

Colton Haynes as Travis MaddoxPor ser narrado pelo Travis, em Desastre Iminente temos acesso ao que ele vivenciou da história, então são inseridos lugares, personagens e diálogos totalmente novos. E os pontos em comum com Belo Desastre não são repetidos. Geralmente são citados ou algum diálogo curto é reproduzido pra expor o sentimento do Travis com relação àquela determinada cena.

Achei fantástico estar na cabeça dele e descobrir a profundidade do seu sentimento pela Abby… Na página 44 de Belo Desastre eu já estava apaixonada pelo Travis e Desastre Iminente só me fez gostar ainda mais dele. Entendi como a perda da mãe o afetou e como isso moldou o comportamento dele com relação às mulheres; e como ele ficou assustado com o que sentia pela Abby. Conheci um pouco mais a sua família e foram mostrados mais traços da pesonalidade do seu pai e dos seus irmãos.

Me emocionei com o prólogo, me diverti e me emocionei mais uma vez com o livro em si, e me surpreendi com o epílogo. *Estou com esperanças de a Jamie McGuire escrever mais sobre o que foi contado no final.*

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Sou suspeita pra falar porque não consigo ver defeitos nessa série. Simplesmente amo cada linha dos três livros. Há muito tempo eu não sentia isso por livro nenhum então tô curtindo a sensação, lendo, relendo e falando muito sobre todos eles.

Nenhuma resenha vai fazer jus ao que eu penso dessa história, mas espero poder ter passado pelo menos um pouquinho do amor que tenho por ela ♥

Fonte | Resenha: Karina Matos

Postado por Nicole Steph Resenha Belo Desastre – Jamie McGuire

Daniel PereiraBelo Desastre foi pra mim um daqueles livros que você lê e não consegue se desligar depois. Embora eu tenha lido rápido (só parei pra dormir e trabalhar), fiquei um bom tempo imersa na história, desejando que fosse real.

O tema central é o relacionamento entre Abby Abernathy e Travis Maddox (adorei esse nome), aquele típico casal de garota aparentemente certinha e garoto bad boy, que não deveriam ficar juntos, mas se apaixonam, enfim… Uma história bem clichê, mas com personagens cativantes. Todos tem uma personalidade bem construída, até mesmo os que aparecem pouco.image-1-1

A Abby não é uma protagonista “mosca morta”, pelo contrário, tem personalidade forte e atitude, mas sem ser chata ou arrogante. Nem é perfeita, o que fez com que eu me irritasse com ela em alguns momentos, pois muitas vezes ela faz exatamente o contrário do que tem vontade de fazer… Mas entendo que isso é o que deixa a história real, o fato de os personagens cometerem erros e as coisas não serem como a gente queria que fosse. Como a vida é.

Achei a narrativa da Jamie McGuire um ponto superpositivo, porque ela não perde tempo falando sobre detalhes insignificantes e foca no que é realmente importante. Isso me manteve interessada o tempo todo. A forma como os acontecimentos foram se desenrolando fez com que eu grudasse no livro e ficasse cada vez mais ansiosa pra saber o que aconteceria depois.

large__32_-7638Além dos personagens bem construídos e da narrativa simples, outros pontos como o ambiente onde se passa a história e os elementos que a autora incluiu – como o pôquer, por exemplo -, deixaram tudo mais interessante. Fora os irmãos do Travis, que – pro meu delírio – ganharam uma série só deles!

Ouvi algumas comparações com 50 Tons de Cinza, mas sinceramente acho que não tem nada a ver. São histórias e personagens completamente diferentes e as (poucas) cenas de sexo não são tão explícitas nem ousadas. Acho que essa celeuma toda se deve mais ao fato de que o tema principal (garota boa x garoto mau) é parecido, mas só isso. Inclusive, eu vejo como livros direcionados pra públicos diferentes, sendo 50 Tons mais pra “adultos” e Belo Desastre mais pra “adolescentes” (os personagens tem em média 19, 20 anos), sendo o típico livro Young Adult.

Resumindo, me sinto até meio ridícula por isso, mas me apaixonei completamente por Belo Desastre. Tanto que estou lendo pela segunda vez, hahaha. E pretendo ler em inglês assim que estiver liberada pra comprar livros novos ;P

Recomendo muito pra quem gosta desse estilo de leitura, provavelmente vão amar como eu amei!

Fonte | Resenha: Karina Matos

Postado por Laís Capa nacional de Belo Sacrifício!

A Verus Editora, que possui os direitos de publicação dos livros de Jamie McGuire no Brasil, divulgou a capa e a sinopse oficial do livro Belo Sacrifício, terceiro da série dos Irmãos Maddox. O livro está previsto para chegar em nas livrarias no final de março! Confira a capa e a sinopse:

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Falyn Fairchild abandonou seu carro, seus estudos e até seus pais. Filha do próximo governador do Colorado, ela está de volta à sua cidade natal, falida e trabalhando como garçonete em um café. Ao fim de cada turno, ela guarda o que recebeu, esperando um dia ter o suficiente para comprar uma passagem para o único lugar onde pode encontrar redenção: Eakins, Illinois.
No instante em que Taylor Maddox entra no café, Falyn sabe que ele trará problemas. Taylor é charmoso, não cumpre promessas e é lindo mesmo coberto de fuligem, fazendo dele tudo o que Falyn acredita que um bombeiro de sucesso deve ser. Mas ela não está interessada em se tornar mais uma em sua lista — e, para um dos Maddox, uma garota desinteressada é o desafio mais atraente de todos.
Belo sacrifício é o terceiro volume da série sobre os irmãos mais barulhentos e irresistíveis da literatura new adult. O foco agora é Taylor, um dos gêmeos, que se envolve com uma garota cheia de segredos — e, pela primeira vez, pode ser ele quem sairá machucado dessa história.

E não foi só os fãs brasileiros que amaram a capa, a própria Jamie elogiou!

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“Eu acho que esta é a primeira capa estrangeira que eu gostei mais do que a americana.”

Postado por Bianca Maddox #AskMcGuire no Twitter

Um dia antes do lançamento de Beautiful Burn, Jamie McGuire realizou um Q&A no facebook e, no mesmo dia, respondeu à perguntas de fãs no twitter através da tag #AskMcGuire. Confira todas as perguntas e respostas do twitter traduzidas abaixo:

@itsmeBmaddox: Se você tivesse que viver a história de um dos livros na vida real, qual escolheria? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Eu diria Bela Redenção, mas eu não quero levar um tiro, então vou escolher Beautiful Burn.

@JaimeLong320: Como você equilibra sua vida pessoal e profissional? Parece que você tem tudo sob controle! #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Meu marido me ajuda MUITO. Eu trabalho durante a noite, durmo de dia, e ele toma conta do bebê e das meninas de manhã!

@ScalesA: #AskMcGuire Como seus fãs inspiram você?
@JamieMcGuire: Saber que estão ansiosos por um livro me deixa ansiosa para terminar e entregar a eles (e fazer o melhor que eu puder)!

‏@twilightersdrm: Não que você ouça vozes, mas existe algum personagem que fica “falando” com você para que escreva sobre ele? #AskMcGuire #DesculpeAEscolhaDePalavras
‏@JamieMcGuire: Eu tenho ouvido a Scarlett de Red Hill há algum tempo!

‏@liljerk22: Eu amo #RedHill e Among Monsters. Você tem algum plano futuro para outra novella ou uma possível continuação? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Sim! Definitivamente pretendo escrever uma sequência para Red Hill!

@twilightersdrm: Como surgiu a ideia para #Apolonia? Qual foi a sua inspiração? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu amava o programa de TV Roswell e queria tentar algo naquele estilo. Amo Apolonia!

@megwhitdav: #AskMcGuire Quem tem sido o seu irmão Maddox favorito de escrever? Mulher Maddox?
@JamieMcGuire: Travis e Thomas estiveram empatados por um longo tempo, mas o Tyler pode ser meu favorito agora!

@zoeydsutch: Que tal um filme sobre Belo Desastre? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Compras de Belo Desastre aos produtores. Eu também adoraria vê-lo como original da @netflix ou uma série @HBO!

@itsmeBmaddox: Podemos esperar por SHELF LIFE algum dia?
@JamieMcGuire: Shelf Life foi arquivado indefinidamente.

@Itsss_Alicia: O que te inspirou a escrever a história da Abby e do Travis? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Belo Desastre foi meu final feliz para um crush que tive na faculdade, com uma boa dose de ficção incluída.

@zoeydsutch: Você pretende continuar escrevendo sobre os garotos Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu planejo mais livros sobre a família Maddox, sim.

@taissatcf: Qual será o próximo livro dos irmãos Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Beautiful Burn será lançado hoje à meia-noite nas suas livrarias online favoritas!

@dobrevsr: O que você mais ama na personalidade da Abby? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Que ela aceita o fato de não ter todas as respostas, e abraça a sua determinação vacilante.

‏@a_blackfeather: Existe a possibilidade de você vir ao Brasil esse ano para a Bienal em São Paulo? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu fui convidada. Vamos ver.

@travismaiddox: Você pode descrever os irmãos Maddox em 3 palavras? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Irmãos Maddox = Gostosos, corajosos, leais.

‏@MarieVeronica95: Você vai escrever mais algum livro sobre os Maddox depois de Beautiful Burn? Se não, o que está por vir? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Sim, eu tenho vários livros planejados.

@taissatcf: Qual vai ser o próximo livro dos irmãos Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Atualmente sem título, o próximo livro da família Maddox vai envolver a família inteira. Vai ser sentimental.

@shailenexobrien: Se você pudesse fazer um filme sobre qualquer um dos seus livros, qual você escolheria? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Fico entre Belo Desastre e Red Hill.

@station92: Como é o seu processo criativo? Você tem um ritual? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Eu gosto de estar confortável. Comida, bebida, cobertor, iluminação, e então eu estou sempre lanchando!

@coldrkx: No que você se inspirou para escrever a série Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Nos fãs!

@soumaddox: Oi! O que você acha sobre o Stephen Amell como Thomas Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu acho que ele seria perfeito.

@nxpressurw: Como você escolhe os nomes dos personagens nos livros? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Em Belo Desastre a maioria dos personagens são pessoas que eu conheci na faculdade. Até Brazil e America!

@zoeydsutch: Qual é a sua citação favorita de todos os livros? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: “Se você é o fogo, Ellie… Eu vou queimar.” – Tyler, Beautiful Burn

@nnooneelse: Você planeja escrever sobre os filhos dos Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Isso seria divertido!

‏@zoeydsutch: O que você mais ama sobre a Liis Lindy? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Que ela é durona, inteligente e não aceita nenhuma merda.

@yaniii_g: É verdade que o Travis foi inspirado em um crush que você teve na faculdade? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Sim!

@ninadrbrev: Oi Jamie, vocâ já assistiu 50 Tons de Cinza? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Sim. Acho que não existe alguém que ainda não assistiu!

@FIXMESPINOSA: Você vai vir para o Brasil para lançar o seu novo livro? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu iria amar!

@NaraOliveirf: Você já pensou sobre a possibilidade de fazer filmes sobre os seus livros? Como você se sentiu escrevendo Beautiful Burn? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu iria amar que meus livros virassem filmes, se fossem bem-feitos. Beautiful Burn foi MUITO divertido e eu mal posso esperar para que vocês leiam!

@jkayoung24: Apenas algumas horas até o Tyler estar aqui e eu estou morrendo! Você fica longe das redes sociais no dia do lançamento? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Geralmente sim, mas provavelmente amanhã não. Eu quero espalhar que Beautiful Burn está aqui!

‏@drewobscure: Eu nunca vou te perdoar pelo sofrimento ao descobrir quem era o TJ. #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Está tudo bem. Eu ainda amo você.

@ForeverWithJoeJ: Algum conselho para quem está querendo se tornar escritor? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Faça! E leia o FAQ para escritores no meu site.

@travismaddox: Oi Jamie, o Parker foi inspirado em alguém? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Não, o Parker foi totalmente fictício.

‏@zoeydsutch: Quando você vai atualizar Infinitamente Belo? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Eu tento atualizar Infinitamente Belo no Wattpad toda quinta!

@zoeydsutch: Você já quis dizer “Você precisa entender uma coisa. Eu não sou mandona. Eu sou a porra da chefe.” para alguém? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Todo dia! Rá!

@heyluciel: Qual um fato interessante sobre o Taylor? (Ele é meu favorito.) #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Ele é um gêmeo. Brincadeira, o Taylor é pai de dois filhos!

@dharadfwu: Se você pudesse trazer um dos garotos para a vida real, qual escolheria? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Jim!

@zoeydsutch: Você acha que foi uma surpesa maior descobrir quem era o TJ ou o qual era o segredo da Falyn? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Quem era o TJ!

@maddox_brothers: Existe a possibilidade de publicar Infinitamente Belo em paperback? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Sim, definitivamente vamos publicar Infinitamente Belo em paperback!

@NoemiRmzV: Você planeja escrever a história do Jim? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Sim, a história do Jim está na fila!

@Aceves_Marian: #AskMcGuire Você gosta de Hinder? É a minha banda favorite.
‏@JamieMcGuire: Absolutamente!

@dobrevsr: Qual foi a primeira coisa que você pensou ao ver a @E_L_James pela primeira vez? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Eu acho que a abracei forte no saguão de um hotel em Kansas City. @E_L_James

@marstvdforever: Você planeja escrever mais sobre a vida de casal com filhos de Travis e Abby nessa nova história? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Esse é o plano! #InfinitamenteBelo

@zoeydsutch: Alguma vez você chorou enquanto escrevia sobre os Maddox? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu chorei escrevendo o prólogo de Desastre Iminente!

@ZhabCanlas: Entre todas as garotas dos Maddox, qual é a sua favorite? E por quê? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Eu tenho uma paixão platônica pela Liis. Ela é foda.

‏@ComenzarNuevo: Você já pensou em escrever sobre os Maddox originais? Jim/Jack e Dianne/Deanna, respectivamente. #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Sim, definitivamente eu vou escrever sobre Jim e Dianne e Jack e Deanna.

@ninadrbrev: Qual é a sua citação favorite de “Trabby”? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: “Eu pertenço a você!” ou “Você é a minha casa.”

@zoeydsutch: Você acha que Jamie Chung e Kristin Kreuk poderiam ser uma boa Liis Lindy? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: As duas seriam perfeitas!

@Amnesia5SS: #AskMcGuire Qual conselho simples você daria a um autor estreante?
‏@JamieMcGuire: Termine seu livro, e leia o FAQ para escritores no meu site.

@OhhhMadeline: Depois de Beautiful Burn, quantos livros você espera lançar esse ano? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Apenas dois ou três lançamentos esse ano.

@suzixduarte: Você gosta do Justin Bieber? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Bom, eu não o conheço, mas eu não posso negar que ele é loucamente talentoso.

@whymermaid: De todos os livros, qual foi o mais complicado de escrever? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Desastre Iminente e Belo Sacrifício.

‏@biebervelif: Você lembra como se sentiu quando vendeu seu “primeiro livro”? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Vulnerável.

‏@WLRoberts1967: #AskMcGuire Se você nunca tivesse lido Crepúsculo e nunca tivesse começado a escrever, o que você acha que estaria fazendo hoje?
‏@JamieMcGuire: Se eu não estivesse escrevendo, eu ainda seria uma técnica em radiologia.

‏@willtraynorx: O que você mais gosta no Trenton? #AskMcGuire
@JamieMcGuire: Trenton? Que ele é o garoto do papai, mas ainda pode chutar um traseiro.

@liljerk22: Benji de #Apolonia me fez ter uma síncope! Ele é inspirado em alguém real? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Não, mas eu estou tão feliz por você dizer isso! Benji é um dos meus favoritos entre os personagens principais masculinos! #APOLONIA

@claryffray: Qual o seu livro favorito da Colleen Hoover? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Livro favorito da @colleenhoover? O que ela escreveu sobre mim. #AskMcGuire

@heyluciel: Você tem um membro favorito do 1D? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: O que é 1D? Rá! Brincadeira. Não, eu não tenho um favorito. Agora me pergunte quem é o meu favorito do New Kid on the Block e eu posso responder.

@a_blackfeather: Por que você escrever os nomes e sobrenomes das garotas com a mesma letra? Abby Abernathy, Liis Lindy. #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Eu não sei. Apenas se tornou uma coisa. #EllieEdson #AskMcGuire

@zoeydsutch: Você chorou lendo Ugly Love da @colleenhoover? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Com certeza sim. Num avião rumo à Itália. As pessoas estavam me encarando. Obrigada, @colleenhoover.

@mayvolturi: Na sua opinião, quais os motivos e momentos vão fazer os leitores amarem Beautiful Burn? #AskMcGuire
‏@JamieMcGuire: Os leitores vão ficar chocados e atordoados a partir da primeira página de Beautiful Burn, e nunca vão desacelerar!

Tradução: Karina Matos

Postado por Bianca Maddox Especial: Happenstance parte 2

Com o intuito de que os fãs conheçam outros livros da Jamie McGuire (além da série dos Irmãos Maddox), no ano passado o site deu inicio a um especial onde “apresentaremos” os demais livros da autora. Começamos com o primeiro livro da trilogia Happenstance, onde os três receberam o mesmo título, com o diferencial de: Happenstance parte 1, parte 2 e parte 3Hoje, nós iremos apresentar Happenstance 2.

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Sinopse:

Erin Easter agora era Erin Alderman, porque Erin Alderman estava morta.

Na segunda parte desta série USA Today bestselling, acompanhamos a protagonista Erin, uma colegial na pequena Blackwell, Oklahoma. Depois de um terrível acidente que deixou duas colegas mortas, Erin descobre que ela foi trocada ao nascer. Pouco depois, ela se muda para a casa de seus verdadeiros pais, Sam e Julianne Alderman, transformando Erin do dia pra noite da desclassificada da Blackwell High School, para a única filha de um dos casais mais ricos da cidade.

Erin também está sendo correspondida por sua paixão de infância, Weston Gates, o sonho que ela teve um dia agora era realidade.

Mas quando Erin se depara com segredos que lhe dão as respostas que ela está procurando, ela também descobre uma verdade que ela nunca quis saber.

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O livro, apesar de ser um “jovem adulto” bem curtinho e com uma história tão fofa, aborda um tema muito polêmico: o Bullying. E em uma entrevista exclusiva com o nosso antigo blog (Travis and Abby), Jamie disse que já sofreu bullying quando criança e que para ela foi importante mostrar, através do livro, como uma pessoa ainda pode superar esse comportamento.

“Eu fui intimidada toda a minha infância, e eu sinto que em algum momento todos em suas vidas experimentam algum tipo de bullying. Foi importante para mim, mostrar como você pode ainda superar esse comportamento. Que você ainda pode ser uma pessoa adorável que ama a si mesma, em vez de tratar os outros mal, porque você estava sendo tratada assim, ou criticar a si mesmo, porque os outros são tão críticos a você. Espero que os leitores ao terminar Happenstance, deixem-se acreditar que eles são melhores do que a negatividade dos outros, e que não mereciam ser tratados mal e que o amanhã será melhor.” – Jamie McGuire

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E nesse post “Especial: Happenstance 2”, trazemos o primeiro capítulo do livro. Confira:

Mesmo a luz estando apagada e a porta fechada, algo estava me atraindo para o quarto da Alder. Eu estava morando com meus pais verdadeiros há três semanas e nunca tinha visto a porta da Alder aberta, mas cada vez que eu passava pela madeira pintada de branco com as letras em madeira no tom pastel que se soletravam ERIN, algo dentro de mim dizia-me para abri-la.

Eu não vou, eu prometi.

Na minha segunda noite nos Alderman’s, Julianne sentou-se em minha cama queen-size e folheou catálogos de edredons, papéis de parede e roupas. Ela me pediu para marcar tudo que eu gostasse e deve ter comprado tudo, porque caixas chegavam quase todos os dias. 

A campainha tocou, e eu corri para baixo nas escadas de madeira, tentando não fazer muito barulho, mesmo sabendo que Sam e Julianne estavam acordados e na cozinha.

Depois de desviar das caixas, abri a porta, sorri, quando vi Weston balançar a cabeça para o lado para afastar sua franja de seu rosto. Seu cabelo ainda estava molhado, e seus olhos estavam um pouco inchados. Nós tínhamos ficado acordados até tarde no telefone ontem à noite.

— Pelo cheiro parece que eles estão tentando atraí-la para a cozinha novamente. — Weston disse, inclinando-se para me dar um selinho.

— Bom dia. — Eu disse quando ele se afastou.

Os olhos dele foram para o chão, percorrendo as caixas de tamanhos diferentes. — Mais coisas?

— Mais coisas. — Eu disse, olhando admirada para as caixas empoeiradas.

— Weston! —  Julianne chamou. — Tem um prato com um montão de bacon aqui!

Ele passou por mim, pegando minha mão no caminho. Nós andamos pelo corredor levemente colorido e viramos para a direita, sob uma porta com um arco. Julianne gostava de cores claras e muita luz natural, o que fazia sentido, porque ela incorporava a luz do sol. Toda a casa era decorada, principalmente na cor branca ou em tons de branco, azul claro e finas cortinas.

No fogão tinha uma panela cheia de molho de pimenta branca. E como prometido, ao lado da ilha de granito, um prato cheio de bacon crocante.

— Está com fome? — Julianne perguntou, alegremente. Ela estava vestindo um avental xadrez azul e amarelo sobre seu suéter angorá rosa e calça jeans. Seus cabelos castanho-avermelhados saltaram e brilharam como sempre faziam.

Weston olhou para mim com seus grandes olhos verde esmeralda, porque ela não estava falando com ele.

— Sinto muito. — Eu me encolhi. Odiava desapontá-la, mas eu nunca tinha tomado café da manhã pelo que me lembrava, e parecia estranho comer de manhã. Gina não cozinhava para mim desde que eu tive idade o suficiente para fazer um sanduíche, dormir e ir a pé para a escola era uma prioridade ao invés de preparar ovos, mesmo que Gina algum dia tivesse se incomodado em colocar alimentos para o café da manhã nos armários ou geladeira, o que ela não tinha.

Julianne deu de ombros, tentando suavizar. — Apenas pegue algumas fatias para levar, querida.

— Você fez… Biscoitos e molho de carne? — Weston perguntou, levantando seu queixo sentindo o cheiro saboroso.

— E salsicha. — Julianne disse, com seus olhos brilhando novamente.

Weston olhou para mim e depois para o relógio dele. — Temos tempo.

Deixei minha mochila verde novinha em folha cair suavemente no chão, peguei um banquinho no bar que estava na ilha. — Sim, nós temos.

Julianne se virou, pegou dois biscoitos da assadeira de alumínio, depois os cortou ao meio. Com uma concha pequena, os mergulhou no molho.

Weston engoliu, já salivando.

— Sua mãe não faz café da manhã? — Eu perguntei.

— Às vezes. — Weston disse. — Mas ela não cozinha tão bem como Julianne. Não sei se alguém o faz.

— Aw,  —  disse Julianne. — Elogios levarão você a todos os lugares nesta casa.

Eu me contorci no meu lugar. Ocorreu-me que não era a primeira vez que Weston tinha se sentado na cozinha com Julianne e comido da sua comida com sua filha. Mas era uma filha diferente.

— Ele tem razão, querida. — Sam disse. — Você é uma cozinheira fantástica, e eu sou um homem de sorte. — Ele pegou alguns bacons e beijou Julianne na bochecha. — Se tudo correr bem, vou estar em casa por volta das oito da noite. Eu tenho um caso até tarde.

Julianne assentiu com a cabeça e se inclinou, oferecendo sua bochecha para seus lábios.

Sam andou até mim, inclinou-se e beijou meu cabelo. — Tenha um bom dia, mocinha. — Ele fez uma pausa. — Você trabalha hoje à noite?

Balancei a cabeça. — Eu costumo trabalhar todos os dias, das quatro as oito.

— É demais. — Julianne disse triste.

Sam acenou com a cabeça para Weston. — Você vai buscá-la?

Weston assentiu.

— Posso te pegar no trabalho amanhã? — Sam ergueu seus óculos, me olhando ansiosamente com os olhos naturalmente inchados.

Eu olhei de relance para Weston e então assenti.

Sam encolheu os ombros. — Eu gostaria de levá-la para tomar sorvete.

Todos na cozinha olharam para ele.

— Estou brincando. — Ele disse rindo. — Eu pensei que talvez pudéssemos jantar mais tarde?

Ele olhou para sua esposa para ter a aprovação.

— Claro. — Eu disse um pouco surpresa.

Ele apertou meu ombro e depois pegou seu casaco, correndo pelo
corredor em direção á porta dos fundos que levava para a garagem.

— Sam? — Julianne o chamou. — Sua bolsa! — Ela piscou para mim.

Sam correu e pegou uma mala de couro marrom. — Não é uma bolsa! — Ele disse, exasperado. Ele desapareceu de novo. Segundos depois a porta dos fundos bateu atrás dele.

Um zumbido baixo soou, sinalizando a porta da garagem.

Julianne afastou sua franja de seus olhos. — Eu tenho que cortar o cabelo. Isso está me enlouquecendo.

Ela olhou para mim com entusiasmo em seus olhos. — Você quer ir?

Olhei para o meu cabelo, a cor é praticamente idêntica aos cabelos castanho-avermelhados da Julianne, menos suas luzes. Eu o tinha trançado porque ainda estava um pouco úmido do meu banho na noite anterior. Na maioria das vezes eu o prendia em um coque ou rabo de cavalo para não atrapalhar. Gina o cortou algumas vezes quando eu estava na escola primária. A única vez que tentei cortá-lo sozinha estava no 9º ano, e foi uma falha épica, então só tinha deixado crescer. Agora, as pontas se penduravam bem no meio das minhas costas.

Weston olhou para mim.

— Uh, claro. — Eu disse.

— Quão curto? — Weston perguntou com uma careta.

— Tão curto quanto ela quiser. — Julianne disse, meio brincando.

— Só estou perguntando. — Disse Weston, levantando suas mãos.

— Vou ligar e marcar uma hora. Qual é o melhor horário?

Dei de ombros. — Sábado de manhã?

— Vou marcar nesse período. —  ela disse, enxaguando uma frigideira.

Weston colocou o último pedaço de biscoito na boca. — Obrigado, Julianne. Mas é melhor irmos também.

— É claro. Eu vou desempacotar as suas coisas, Erin. Você pode colocá-las onde quiser esta noite.

— Está bem. Obrigada. — Eu disse, deslizando meus braços pelas alças da minha mochila. — Até mais tarde.

— Eu… Tenha um bom dia, sweetie.

— Você também. — Eu disse, seguindo Weston até a porta da frente.

Sua enorme caminhonete Chevy vermelha estava estacionada na calçada em frente de casa, com o motor ligado. A pintura parecia recémencerada, e os pneus brilhando.

— Passou algum tempo na caminhonete ontem?

— Estou entediado desde que se mudou para cá. Compartilhar você é mais difícil do que parece.

— E o que você fazia antes de mim? — Eu perguntei.

Eu estava o provocando, mas Weston fez uma cara estranha. Ele passava seu tempo com a Alder e os seus amigos. Ele não precisava ficar longe para respeitar a necessidade de Sam e Julianne para conhecerem sua filha. Agora que Alder tinha ido embora e ele não saía com os mesmos amigos, ele provavelmente tenha ficado um pouco perdido enquanto eu estava com Sam e Julianne.

Weston abriu a porta do passageiro para mim. — Praticamente a mesma coisa. Desejando passar mais tempo com você.

Não tinha certeza se ele estava brincando ou não. Ele não sorriu.

Entrei, e Weston correu para o assento do motorista. Assim que sentou atrás do volante, estendeu a mão para a minha. Quando eu a peguei, ele puxou meus dedos.

— O quê? — Eu perguntei.

 — Vem cá.  —  ele disse, gesticulando para que eu me sentasse ao lado dele.

Aproximei-me e prendi o cinto. Ele puxou seu cinto através de seu peito. Travou, e colocou o câmbio na unidade Drive 1 . Com o braço descansando na parte superior do assento atrás de mim, ele dirigiu para a escola com uma mão.

Ele provavelmente tinha dirigido bastante com uma mão enquanto estava com a Alder.

Eu me encolhi, internamente. Esses pensamentos tinham que parar, ou eu me faria sentir miserável.

Quando estacionamos na vaga de estudante e andamos juntos para o lado sul do edifício, menos pessoas estavam nos olhando comparado á semana anterior.

Ainda não me sentia confortável em dar as mãos na escola, mas às vezes, Weston me deixava levar.

O primeiro período foi tranquilo á respeito de que ninguém ficava me atormentando, o que havia se tornado o novo normal. Brady ainda atirava olhares em minha direção, mas ele parecia mais curioso do que irritado.

Sra. Merit começou a aula assim que o sinal tocou e deu a maior parte de seus slides na lousa digital quando Sara Glenn inclinou-se.

 — Qual é a do colar? — Ela perguntou.

 — Garotas tendem a usar joias de vez em quando. — Eu disse.

Ela não foi dissuadida. — Weston deve ter dado a você. Você esta o usando todos os dias a quase um mês.

Eu a ignorei. Não achei necessário responder.

 — Chrissy North disse que você se mudou para o quarto da Alder. Ele está assombrado?

 — Não, e não.

 — Brendan disse que Weston disse que vocês já transaram na cama dela.

Eu estreitei meus olhos para ela.  — Weston não diria isso.

 — Então é verdade?

 — Isso é nojento.

Sua sobrancelha se arqueou.  — Sexo com Weston é nojento?

Meu peito se pressionou contra a mesa quando me inclinei em sua direção.  — Você não se cansa de ouvir e espalhar fofocas Sara? Não é cansativo, ou isso é realmente tudo o que você precisa para se sentir importante?

 — Senhoritas? — Sra. Merit disse.

Eu sentei na minha cadeira e olhei para o meu livro, colocando minhas mãos no meu colo, assim Sara não podia vê-las tremendo. Uma decepção pesada veio até mim por ter a atacado. O que havia de errado comigo? Eu estava acima disso. Isso também não podia mudar.

Sra. Merit leu o texto, e eu comecei a responder as vinte e duas questões do capítulo final.

Sara não falou comigo novamente, e garanti que as minhas coisas estivessem guardadas dez segundos antes do sinal tocar para que eu pudesse sair depressa.

Weston me encontrou no meu armário. Ele sentiu que algo estava errado.  — Brady disse alguma coisa pra você?

Eu balancei minha cabeça.

 — Brendan? Micah? Foi Andrew, não foi? Aquele merdinha…

 — Não. Ninguém disse nada. — Eu falei, guardando o livro de bio no meu armário e pegando meu livro para a próxima aula.

Weston pegou meu queixo delicadamente em sua mão e virou-me para olhá-lo.  — Me diga.

Fechei os olhos.  — Estão dizendo coisas horríveis. — Eu balancei minha cabeça.  — Horríveis.

 — Como o quê? — Sua mão esquerda estava no meu queixo, e as suas sobrancelhas juntas.

 — Não quero dizer. Eu não posso… É horrível.

 — Que transamos na cama da Alder? — Ele perguntou.

Eu olhei para ele.  — Você já ouviu falar?

 — Na semana passada. Estou realmente surpreso, que esta seja a primeira vez que ouviu isso.”

 — Me desculpe. Eu…

Weston ficou vermelho de raiva, mas isso não era dirigido a mim.  — Não se desculpe por eles, Erin. Tenha pena deles. Isso é tão contraditório e… — Suas palavras foram sumindo. — Quem teve essa ideia estava débil o suficiente para falar para mais alguém e essa pessoa tem mais problemas do que fofocas. Você não pode evitar o que pensam ou dizem.

 — Eu sei. Não me importo com o que pensam de mim. Mas isso é apenas… Não quero que chegue até Sam ou Julianne.

 — Eu já contei a eles. E eles sabem que nunca iríamos desrespeitá-los assim.

Minha boca caiu aberta.  — Você disse a eles? Como pôde dizer isso a eles?

 — É uma cidade pequena, Erin. É preferível que eles ouçam de nós, não é?

 — Mas eles não ouviram isso de nós. Eles ouviram de você. Por que você não me disse?

Quanto mais agitada eu ficava, mais nervoso Weston estava. Ele engoliu, e seu rosto caiu.  — Você já sofreu bastante.

 — Por favor, não me olhe desse jeito.

 — De que jeito?

 — Esse olhar… Oh coitadinha. Eu tenho o bastante disso.

 — Erin. — Weston começou, mas o sinal tocou.

 — Droga! — Eu disse. Peguei minhas coisas e bati meu armário, segui meio andando, meio correndo para a minha próxima aula.

A segunda e a terceira aula foram um borrão. O olhar no rosto de Julianne quando Weston dissera-lhe qual era o mais recente rumor era a única coisa que minha mente podia pensar. Weston me encontrou no meu armário entre as aulas, esperando que eu falasse primeiro. Quando eu não falei, ele me deixou ir embora.

Ele estava no meu armário novamente antes do almoço, mas eu fui direto para o refeitório e comi sozinha. Os outros alunos observavam cada mordida minha. Eu não podia ganhar essa batalha. Eles encaravam quando Weston e eu estávamos juntos, e quando não estávamos. A atenção foi significativamente menos negativa do que antes do acidente, apenas curiosidade, mas ainda era uma atenção que eu não queria.

Quando chegou a aula de saúde, o peso era demais, e as minhas emoções estavam à flor da pele.

O Treinador Morris distribuiu um caça palavras e sentou-se colocando seus pés em sua mesa. Tive que estudar, perfeitamente ciente que Weston estava olhando para minha nuca. Eu pude ouvi-lo vasculhar sua mochila e depois dar uma inalada em sua bombinha. Sua mesa rangeu algumas vezes enquanto ele fazia várias tentativas para ficar confortável.

Seus dedos quentes tocaram minhas costas entre minhas omoplatas, tão suavemente, que eu pensei que tivesse imaginado isso.

Ele abafou um sussurro.  — Por favor, fale comigo.

Eu inclinei minha cabeça em direção a meu ombro, mas não virei.  — Não sei o que dizer.

 — Diz que sou um idiota por falar com seus pais sem falar com você primeiro, e depois diz que não me odeia.

 — Eu não te odeio.

Os dedos dele deixaram minha camisa, e eu o ouvi respirar baixinho.

Espiei através da minha sobrancelha e vi o treinador Morris tentando não olhar. Após uma rápida análise periférica, era evidente que o treinador não era o único que tinha notado essa conversa silenciosa entre mim e Weston.

Senti um peso em meu peito. Passaram-se semanas desde que eu tinha lutado contra a vontade de chorar, mas as paredes levantaram-se como velhas amigas. E eu levei meus pensamentos para quantas bolas de sorvete de coco devo colocar em um Blizzard Havaiano, e quantas caixas de copos, colheres ou guardanapos temos no estoque, depois que o caminhão de suprimentos veio. Imaginei-me dobrando panos desgastados e brancos e contando-os como eu já havia feito. Estar dentro do Dairy Queen sempre foi reconfortante pra mim. Não só o trabalho mantinha minha mente ocupada, mas como também era onde passava um tempo com a minha melhor amiga, Frankie. E não importava com quantas pessoas me deparava frente a frente, à janela sempre estava entre nós.

O sinal tocou, mas me perdi dentro das paredes do DQ. Weston levantou e parou na minha mesa, mas quando eu não olhei pra cima, ele continuou andando. Logo eu percebi que eu era a única pessoa na sala, ou foi o que pensei.

 — Hey, — disse uma voz.

Olhei para cima. Era Brady Beck.  — Você está realmente morando com os Alderman’s agora?

Recolhi minhas coisas e levantei, mas Brady ficou no meu caminho.

 — Aposto que se preocupam o tempo todo se você está os roubando. Você pode ser de sangue, mas foi criada por uma drogada.

Eu apenas olhei para ele, recusando-me a responder.

Ele me olhou de cima em baixo, seus olhos ainda presunçosos de superioridade.  — Weston já admitiu porque de repente ele está tão interessado em você?

Permaneci em silêncio.

 — Talvez você devesse perguntar a ele. — E ele foi embora.

As marmorizações brancas falsa no ladrilho vermelho do corredor pareciam pequenas cobras albinas deslizando em diferentes direções, principalmente junto das grandes janelas de vidro que ladeavam a parede sul das áreas comuns. As cadeiras que contornavam as meia dúzias de mesas que normalmente ficam cheias para o almoço estavam vazias, eu contornei a esfera de vidro no centro da escola que era a biblioteca, e decidi abrir mão do meu armário e ir direto para o espanhol, minha próxima aula.

Srta. Alcorn cumprimentou-me, quando entrei. Eu era a primeira aluna na sala, e provavelmente a única sem meu livro.

 — Eu esqueci em casa. — Eu lhe disse, evitando responder mais tarde, na frente de todos.

 — Não se esqueça de trazê-lo amanhã. Você definitivamente precisará dele.

Eu assenti e então tentei esfregar meu pescoço retirando os nós. Nem dez minutos na sala, Micah Norton arrancou um pequeno pedaço de papel de caderno e jogou na minha mesa vazia.

 — Weston já te deu o fora? Ele está grudado em sua cintura, e não vi vocês juntos o dia todo.

Eu não me virei.

 — Easter, — ele sussurrou.

Foi a primeira vez que alguém tinha me chamado assim desde que a notícia se espalhou que eu não era filha de Gina. Parecia depreciativo. Sempre pareceu.

Eu ainda não tinha virado. Micah não tinha os amigos lá para encorajálo a me intimidar, então se eu o ignorasse, geralmente ele desistiria. Havia três tipos de valentões: aqueles como Sara que estava mais para passivo-agressivo do que qualquer outra coisa, e geralmente só faziam quando estavam tendo um dia ruim. Outros, como Micah ou Andrew, que só me magoavam quando havia outras pessoas participando, e então os valentões como Brady e Brendan, que não se importava em quem estava por perto. Quando eles decidiam atacar alguém, o tormento não parava até que eles de alguma forma haviam destruído sua presa.

Eu tinha lido vários livros e artigos sobre bullying, e como as meninas geralmente atacavam umas as outras, mas na minha escola, os garotos eram os piores. Eles apreciavam o poder que vinha com a intimidação. Muitas vezes o nível e a extensão de crueldade dependiam de quantos se juntariam ao ataque. Ninguém estava a salvo. Era aleatório e sempre súbito e cruel. A melhor proteção era a amizade com os valentões e participar. O ciclo era vicioso e previsível, o único remédio era a formatura, e eu sabia que eu era apenas uma de muitos desesperados para o último dia de aula.

Minha indiferença, junto com a política de tolerância zero da Srta Alcorn sobre intimidação, provavelmente, foram os dois fatores que fez Micah desistir rapidamente. Um alívio familiar veio, mas também era inquietante. Me senti fora de forma, mesmo que depois de apenas algumas semanas de não me sentir tão protegida. Felizmente, Micah me deixou em paz pelo resto da aula.

Quando eu vi Weston na aula de arte, ele estava uma pilha de nervos. Ele se sentou no seu banquinho que tinha colocado na minha mesa, seu joelho estava balançando pra cima e pra baixo de ansiedade.

 — Por que você está me evitando? — Ele deixou escapar.

 — Eu não estou. — Eu disse, mantendo minha voz baixa, esperando que ele fizesse o mesmo.

Sra. Cup invadiu a sala, rapidamente para nos ameaçar se fossemos a qualquer lugar diferente do que direto para a velha pizzaria que fica ao lado do mural do qual tínhamos trabalhado.

 — Quem não tem uma carona? — Sra. Cup perguntou.

Weston me olhou com preocupação.

Apenas dois alunos levantaram a mão.

 — Vocês podem ir comigo, ou podem pegar uma carona com outra pessoa. Preciso saber agora. — Sra. Cup disse, esperando os dois estudantes se decidirem.

Weston não tirava seus olhos dos meus.  — Posso levá-la?

Indo para o estacionamento, Weston ofereceu sua mão, testando as águas. As únicas pessoas do lado de fora eram os outros estudantes de arte e Sra. Cup, então foi menos constrangedor do que antes ou depois da escola, Mas eu podia sentir a tensão irradiando dos seus dedos no momento em que nos tocamos.

Assim que a porta bateu, ele respirou.  — Me desculpe, Erin. Eu pensei que tivesse fazendo a coisa certa. Eu estava tentando protegê-la. Agora percebo que foi estúpido falar com eles sem falar com você primeiro. — Ele esperou que eu respondesse, claramente se preparando para um argumento.

 — Eu vou superar. — Eu não estava com raiva. Eu não sabia o que eu estava sentindo, mas foi estranho ter alguém tão… arrependido por mim.

Uma linha se formou entre suas sobrancelhas, ele virou o rosto pra frente, golpeando o câmbio para colocar em marcha ré. Ele estava infeliz com a minha resposta e quieto, perdido em seus pensamentos enquanto dirigia para o terreno baldio da antiga pizzaria. Todo mundo já estava em pé em frente á parede de tijolos, pegando os materiais e preparados, quando ele parou no estacionamento.

 — Isso é novo para mim também, Erin. — Weston disse.  — Eu não me importava se a Alder me desse o fora. Não me preocupava todas as noites para qual faculdade ela iria, talvez eu nunca mais a veria novamente. Todas essas coisas bizarras, horríveis e incríveis estão acontecendo com você, e seria totalmente compreensível se você dissesse que não teria tempo para fazer isto dar certo comigo… e eu sou louco por você, Erin. Você tem alguma ideia do quanto isso me assusta?

 — Você quer falar sobre estar assustada? Você já sabia que a minha mãe é uma boa cozinheira, porque você já namorou a filha dela. Provavelmente já fizeram sexo no quarto onde eu durmo. Você conhece a minha casa e meus pais melhor do que eu. Eu estou vivendo a vida de outra pessoa, Weston. Então me conte mais sobre como você tem medo de levar um fora.”

Eu ofeguei e cobri a minha boca. Ele expirou como se eu tivesse dado um soco no seu estômago.

 — Oh meu Deus, sinto muito por dizer isso. — Minhas mãos abafaram minhas palavras estridentes.

Ele balançou a cabeça, esfregando o dedo indicador no lábio inferior. — Não há regras para isso. Eu posso ter merecido isso. Nem sei.

 — Ninguém merece isso. Seus sentimentos são tão importantes quanto os meus. Ambos já passamos por muita coisa. Me desculpe.  —  Eu disse,alcançando ele.

Ele desligou a caminhonete e virou-se para puxar a maçaneta da porta. Um surto de medo passou por mim.

A porta se abriu apenas alguns centímetros, e então ele fez uma pausa. Ele se virou e me envolveu em seus braços. As lágrimas que tinha guardado o dia todo finalmente escorreram pelo meu rosto.

Sra. Cup bateu na janela do lado do motorista, e nós dois viramos para ver o topo de sua cabeça. Weston abriu a sua porta.

 — Vamos lá, vocês dois. Vocês tem trabalho a fazer.

Limpei meus olhos com as mangas, acenando.

Quando descemos da caminhonete com nossas tintas e pincéis e caminhamos até a parede, vários pares de olhos nos encaravam.

Se tivesse sido qualquer outra pessoa, a detenção ou pelo menos uma repreensão severa teria sido aplicada. Havia algo sobre ser uma Alderman, ou um Gates, ou uma Masterson ou um Beck. As regras não parecem ser aplicadas às pessoas com esses sobrenomes. Não em Blackwell.

E aqui, mais um especial se acaba. Para quem ainda não leu o especial do primeiro livro de Happenstance, clique aqui. Em breve traremos a parte três dessa trilogia.

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